Monday, April 20, 2009

Mancha de Tinta


” O arco – íris “

 

 

Num dia longo e sereno, começou a chover. Parou de chover e apareceu um lindo arco-íris cheio de cores brilhantes!

Fui até lá, pegamos no arco – íris e levamos o arco-íris para um pote de ouro.

Ao fim de muitos anos demos aos nossos netos.

Cores do arco-íris: verde, amarelo, anil, rosa, azul, laranja e vermelho.

 

Maria Martingo e Manuel Gonçalves

” Mancha de Verão “

 

Era Uma Vez um mundo cheio de cores, onde toda a gente vivia com tranquilidade.

             Num belo dia de Verão, uma menina chamada Mariana, acordou e viu manchas enormes de todas as cores.

Foi a correr ver o que se passava.          

            Quando lá chegou, viu que o seu mundo se tinha tornado num mundo cheio de amor, felicidade e alegria. Era um arco-íris!

                                                             Fim 

 Marta Sofia e Ema Silva

” O significado que uma mancha tem? “

 

Era uma vez, dois meninos, que tinham feito um quadro

-Para onde é que vamos levar este quadro e qual é o seu significado? – Disse o menino.

-Nós vamos levá-lo para casa, e o seu significado deve ser alegria, amizade, saudade, imaginação…

-Arco-íris, ajuda, amor e emoção.

Eles foram andando para casa…

Chegaram a casa, e mostraram o quadro aos pais*.

E puseram o quadro num móvel como recordação.

 

                                                              Fim

 

*tantos elogiosl

 

Diogo Afonso e Margarida

“ O Arco – íris maravilhoso ”

 

Um dia, quando nós estávamos a olhar para o céu, vimos uma luz a vir na nossa direcção.

Quando estava perto de nós, percebemos que era uma coisa cheia de cores… Era um arco-íris! Tinham sido as nuvens que o despediram. Então perguntámos aos nossos pais:

- Mãe e Pai, se um arco-íris caísse em cima de nossa casa, deixavas-nos ficar com ele?

- Claro que não. Estão malucas?

Então construímos uma casa gigantesca para escondermos lá dentro o arco-      -íris.

 Passado uma semana, o arco-íris começou a perder a cor. Então pedimos ao nosso tio Quim para fazer uma máquina super mega especial com oito cores: azul, verde, amarelo, cor de laranja, lilás, azul-escuro, branco e castanho, pois eram as cores que ele tinha, e mandámos o arco-íris para o céu.

Mas, o que nos surpreendeu, foi que ele nos contava uma história todas as noites. 

 

Fim

 

Catarina Silva e Ana Faria

” Uma mancha de tinta “

 

   Um dia, vi uma linda mancha de tinta e fez-me lembrar um arco-íris.

    A mancha de tinta fez-me lembrar alegria, harmonia, cor, luminusidade e limpidez.

   Esta mancha de tinta levou-me ao país das cores.

   O país das cores era coberto de tinta.

   Quando acordei, vi que tinha uma moldura coberta de tinta e ofereci-a aos meus pais. E a minha mãe pediu ao meu pai para pendurar a moldura na parede.

    Esta é a história duma mancha de tinta.

 

Maria Gonçalves e Beatriz Quinta

 

” O ARCO ÍRIS GUARDADO NUM BAÚ “

 

 

 

 

Recebemos uma carta de amor, onde a guardamos num baú. Passado algum tempo quando íamos abrir o baú reparamos num pequeno arco-íris.

Depois, começamos a dizer as palavras que descrevem aquela imagem.

E a Raquel disse: felicidade, liberdade, colorido e natureza. E a Marta disse: jardim, amor, convívio e festa.

Fechámos o baú e tivemos sonhos muito bonitos.

 

Ana Raquel e Marta Maria

” O arco-íris e o pote de ouro “

 

 

Era uma vez, dois irmãos que viram um pote de ouro, e levaram-no para casa.

Quando foram para a cama, viram que saiu um arco-íris do pote de ouro e não só…  Também saiu um duende pintor. Trazia com ele pinturas.

Essas pinturas eram de caretos, jardins, florestas e animais.

Os meninos pediram à mãe um sumo e a mãe trouxe-lhes. Mas, quando entrou no quarto, viu duende e despejou a bebida por cima dele e causou uma nódoa.

Os meninos disseram à mãe:

- Ele é nosso amigo.

Diz a mãe:

            -Amigos de um duende?

Diz o duende:

            Sim, eles são meus amigos.

Diz a mãe:

            – Amigos! Vocês são amigos?!

Dizem os meninos:

            -Sim, nós somos amigos.

Diz a mãe:

            -Se são amigos, o duende pode ficar cá em casa.

E o duende disse:

            – Eu chamo-me Joel.

Passaram alguns meses e era Dia de Natal. Estavam todos a jantar.

Joel vestiu-se de Pai Natal.

À meia-noite, apareceu um arco-íris do Pai Natal Joel!

 

Catarina Pinto e Diogo Filipe

” Uma maneira de pintar “

 

 

Estas manchas fazem-me lembrar uma senhora alegre no meio de um campo florido e estranho, manchado com várias cores.

É engraçado ver que estas manchas de tantas cores formam um quadro tão lindo!

É uma maneira bonita de os pintores pintarem: primeiro fazem pintas à sorte e depois dá uma imagem colorida e de boa qualidade.

 

João

” Uma surpresa inesquecível “

 

Na sexta-feira estava a chover e ao mesmo tempo sol. Eu vi o arco-íris e pensei:

- Eu quero levar o arco-íris! Para onde o levarei? Já sei, vou levá-lo para minha casa. E a quem o vou dar? À minha família? Sim!

Então vou levá-lo para minha casa, vou fazer uma jantarada para dar o arco-

 -íris.

Telefonei a todos e aceitaram.

Logo que chegaram, perguntaram:

- Porque fizeste este jantar?

- Porque tenho uma surpresa. Quando acabarmos de jantar eu dou-vos a surpresa.

Quando acabámos de jantar eu dei-lhes a surpresa: era o arco-íris. Gostaram todos.

FIM

 

 

Beatriz Figueiredo

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Friday, March 6, 2009

“O Magalhães veio à nossa sala!”

Olá!
Hoje o “Magalhães” veio à nossa sala.
 Estivemos a trabalhar no nosso mais recente amigo – o Computador Magalhães!
Em grupos de 3 alunos construímos textos com o tema “Vejo…” e escrevemos no nosso computador. Foi uma actividade muito fixe.
Aproveitem e espreitem para verem a nossa veia artística e poética!
Esperamos que gostem e, se for esse o caso, podem deixar-nos um comentário…
Até à próxima!

«Vejo…»

 

Vejo a lua, lembro branco

Como pão, digo pasteleiro

Vejo céu, lembro sol

Vejo a luz digo, claridade

Vejo mesas e lembro livros

Vejo os colegas e digo amizade

Vejo estojos, lembro canetas

Vejo árvores e lembro frutos

Vejo letras e digo abecedário

Vejo flores, lembro cores

Quando entro na escola

Digo olá.

 

Marta Sofia, Sofia e Vasco

«Vejo …»

 

Vejo a escola

E digo aprender

O que é muito importante

Para viver.

Vejo a comida

E digo apetite

Mas partilho sempre

Com o meu irmão Filipe.

Vejo o sol e digo dia

Vou tomar banho à ria

Para fazer o meu dia-a-dia.

Vejo a água e tenho sede

Não quero ser peixe

Para não ficar presa

Numa rede.

Vejo Inverno

E digo frio

Não vou tomar banho

Nem sequer ao rio.

Vejo o Magalhães

Digo brincar e trabalhar

Vou ficar com ele

Até ao primeiro ciclo acabar.

Vejo o aquecedor

E digo calor

Ele é nosso amigo

Faz-nos um favor.

 

Vejo o abecedário

E digo letras

Há o a de abelha

E o b de borboletas.

Vejo tintas

E digo pincel

Que também pinta

No papel.

Vejo vídeos

E digo CDS

Que podem ser

Em inglês.

 

Ema, Rita Okai e João

«Vejo…»

 

Vejo a escola e digo trabalho

Vejo o monte e digo Alecrim

Vejo o mar e digo rochas

Vejo o jardim e digo Jasmim.

Vejo os planetas e digo extraterrestres

Vejo o sol e digo luz

Vejo água e digo sede

Vejo Jesus e digo cruz.

Vejo os ecopontos e digo reciclagem

Vejo o sal e digo branco

Vejo as fábricas e digo fumo

Vejo uma pessoa a mancar e digo manco.

Vejo noite e digo escuro

Vejo luz e digo dia

Vejo o Natal e digo neve

Vejo o gato e digo que ele mia.

Vejo comida e digo fome

Vejo a cama e digo sono

Vejo o lápis e digo escrita

Vejo árvore e digo que ela pode ter um gnomo.

Vejo o Mcdonald’s e digo ketchup

Vejo gelo e digo frio

Vejo o Corpo Humano e digo órgãos

Vejo água e digo rio.

Vejo o relógio e digo ponteiros

Vejo o estojo e digo material

Vejo um Porche e digo dinheiro

Vejo a praia e digo areal.

Vejo música e digo ritmo

Vejo uma fechadura e digo porta

Vejo um golfinho e digo mar

Vejo uma alface e digo horta.

Vejo o óvulo e digo espermatozóide

Vejo Portugal e digo país

Vejo o arco-íris e digo cores

Vejo o quadro e digo giz.

Vejo um Magalhães e digo computador

Vejo uma abelha e digo animal

Vejo os gémeos e digo irmãos

Vejo laranjas e digo laranjal.

 

André Rego, Raquel e Catarina Silva

« Vejo…»

 

Vejo o campo e digo flores

e adoro o seu lindo brilho.

Vejo a professora e digo escola

e gosto de boas notas.

Vejo o vermelho e digo fogo

e fico encantado.

Vejo o Outono e digo castanhas

e adoro comê-las!

Vejo chuteiras e digo futebol

e adoro marcar golos!

Vejo palavras e digo texto.

Vejo este texto e digo alegria!!!

 

Zé Pedro, Ana Faria e Maria Martingo

«Vejo…»

 

Vejo o globo e digo terra,

Vejo o DRAGÃO e digo Porto,

Vejo um cavalo e digo galope,

Vejo o pinheiro e digo Natal.

 

Vejo chuva e digo tristeza,

Vejo leão e digo Sporting,

Vejo o esqueleto e digo susto,

Vejo o sol e digo alegria.

 

Vejo o relógio e digo horas,

Vejo águia e digo Benfica,

Vejo cola e digo colado,

Vejo Magalhães e digo fixe !

 

Vejo shopping e digo lojas,

Vejo perfumes e digo cheiro,

Vejo abelhas e digo mel,

Vejo contas e digo matemática.

 

Francisco, Eduardo e Maria Silva

«Vejo…»

 

Vejo a escola e digo estudar,

Aprendo a tabuada a brincar

E com a Susana a ensinar.

Vejo o recreio e digo brincar,

Às vezes fico cá dentro

E dá-me vontade de chorar.

Vejo os testes e digo atenção,

Tenho que me esforçar

Para tirar boas notas.

Quando finalmente, a Susana

Entrega os testes

E tiro boas notas

Dá-me vontade de dar pulos de

ALEGRIA!

Vejo sol e digo praia,

E o Colégio nas

Férias Grandes

Levam-nos a uma praia

Muito divertida,

Onde no final

Vamos tomar banho.

Vejo Magalhães digo aprender,

E assim com o nosso poema

Vamos terminar!

 

Margarida, Beatriz Figueiredo e Catarina Pinto

«Vejo…»

 

Vejo nuvens e digo chuva,

Vejo o pinheiro e digo Natal,

Vejo bolo e digo aniversário,

Vejo o sol e digo Verão,

Vejo escola e digo aprender,

Vejo computador e digo Magalhães,

Vejo areia e digo praia,

Vejo Internet e digo pesquisa.

Vejo gelo e digo Inverno,

Vejo gelado e digo Verão,

Vejo folhas e digo Outono,

Vejo flores e digo Primavera.

 

Francisca, André Morais e Diogo Filipe

<< Vejo… >>

 

Vejo a bicicleta e digo ciclista.

Vejo o mar e digo barco.

Vejo areia e digo praia.

Vejo coração e digo amor.

Vejo tijolos e digo mais uma construção.

Vejo lápis e digo escrita.

Vejo famílias e digo amizade.

Vejo escola e digo estudantes.

Vejo um cão a rosnar e digo raiva.

Vejo máscaras e digo Carnaval.

Vejo sol e digo luz.

Vejo a lua e digo sonhos.

Vejo um gato e digo macio.

Vejo cores e digo arco-íris.

Vejo uma abelha e digo ferrão.

Vejo chupas e digo doce.

Vejo colmeia e digo mel.

Vejo números romanos e digo numeração romana.

Vejo claves de sol e digo música.

Vejo dentes e digo dentista.

 

Joana, Beatriz Quinta e Diogo Afonso

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Friday, February 27, 2009

Divertimento

 ”O Francisco e a sua assistente”

Hoje foi um dia interessante, pois o Francisco “deu-nos música!”

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Tuesday, February 10, 2009

«Eu a caneta »

Olá! Eu sou a caneta da Catarina.

Ela sabe que eu falo e leio mas, ela também sabe que dou muitos erros. Eu também gosto de lhe pregar partidas como por exemplo, deixar de escrever.

Um dia, a Catarina estava a escrever um texto e a caneta começou a dar erros e a Catarina chateou-se e disse:

- Caneta não dês erros senão a professora Susana fica chateada?

Responde a caneta:

-Eu não sei se consigo.

Diz a Catarina:

-Mas tenta, caneta?

Responde a caneta:

-Vou tentar. Está bem?

Responde a Catarina:

-Sim.

É melhor começarmos a escrever.

Depois de acabar mostrou à professora Susana.

Quando tocou a Catarina foi embora.

 

Catarina Pinto

 

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Friday, February 6, 2009

Se eu fosse…

“O Estojo”

Olá, eu sou um estojo e vou-vos contar a história da minha vida.

Em primeiro lugar estive horas e mais horas na papelaria, até que uma menina chamada Beatriz me comprou. Depois a Beatriz pôs-me lá dentro lápis, canetas, borrachas e uma régua.

No primeiro dia de aulas, a Beatriz foi à mochila, tirou-me de lá, pegou na caneta para escrever o sumário e depois a borracha. A borracha falou comigo e disse-me:

- Sabes, a Beatriz agora está a fazer exercícios e precisou de mim. Eu vi que havia um projector.

- Eu também vejo, não sou cego. – disse-lhe.

Durante a tarde o lápis, a borracha e a caneta estiveram a conversar  e assim o dia acabou.

 

Beatriz Figueiredo

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Se eu fosse…

EU SOU UMA LAPISEIRA!

 

Olá, eu sou uma lapiseira e adoro escrever!

Quero contar-vos uma aventura. Estava eu descansadinho no estojo, quando o Miguel pegou em mim e começou a escrever. Estive mais ou menos uma hora a escrever dois textos e parti três vezes o nariz (bico). À terceira vez, o Miguel guardou-me e foi para o intervalo. Quando voltou esqueceu-se de mim e usou o meu amigo lápis. Fiquei muito triste, porque queria acabar o texto e também porque pensei que ele já não gostasse de mim.

Mas estava enganada! Ele ainda gostava de mim, só que não sabia onde é que eu estava. Ele era muito distraído e às vezes não reparava numa coisa que estava mesmo à frente dele! E era muito engraçado!

A vida de uma lapiseira é assim: boa quando escrevemos e triste quando se esquecem de nós!

 

 

José Pedro

Posted by Sardões Aventureiros in 21:11:14 | Permalink | No Comments »

Se eu fosse…

EBEAM

 

         – Olá, eu sou um Ebeam.

         Vivo no Colégio do Sardão, na sala 20, onde a turma do 3ºA costuma ter aulas com a Professora Susana. Os alunos gostam muito de jogar comigo.

Uma das suas actividades preferidas é a Escola Virtual. Quando os meninos estão a fazer um trabalho no livro e aparecem perguntas, a Professora Susana escreve as perguntas no meu écran.

         Um dia, eles estavam a passar um assunto novo para o caderno de Meio Físico e os computadores de toda a escola foram abaixo. Toda a gente pensou que era sobrecarga de energia, pois todas as turmas estariam a usar também os meus colegas Ebeams. Afinal, descobriu-se que eram as tomadas da Professora Sandra que estavam avariadas.

         Respirei de alívio, porque o defeito não era meu. Eu sou o maior!

- Pummmmmm !….

- Ah! o filtro de ar está com muito pó! O problema não é meu, é do electricista…

 

Eduardo João

Posted by Sardões Aventureiros in 21:10:26 | Permalink | No Comments »

Se eu fosse…

«Uma borracha que em vez de apagar escrevia»

Olá eu sou uma borracha que em vez de apagar escreve!

            Um belo dia, a minha dona (Sofia) enganou-se a fazer uma conta, e pegou em mim para apagar o que estava errado. Acontece que, eu, em vez de apagar, escrevi a resposta certa.            

            A Sofia ficou tão confusa que pensou que afinal tinha feito a conta certa. Passado pouco tempo, a Sofia voltou a enganar-se, pegou outra vez em mim e eu voltei a escrever a conta certa. Desta vez, a Sofia nem queria acreditar. A borracha que a mãe lhe tinha dado era mágica! Que sorte a dela!

Para ver se aquilo que estava a pensar era verdade ou não, pegou numa folha de papel e começou a escrever coisas erradas e a usar-me para apagar, ou seja corrigir. A Sofia ficou mesmo maravilhada com o que viu. A borracha era mesmo mágica!

Ema Silva

Posted by Sardões Aventureiros in 21:07:54 | Permalink | Comments (1) »

Uma Borracha Mágica.

 

Era uma vez uma borracha que tinha um segredo. Quando a borracha apagava parece que a borracha desenhava.

Um dia, uma menina na escola, precisava de uma borracha. Então, a pequena borrachinha foi a saltar e a menina viu a borracha e utilizou-a. Ela dava alguns erros e quando ela apagava a palavra ficava sem erros.

- Eu não escrevi assim, eu acho que esta borracha é mágica!

 E assim, sempre que ela apagava a palavra errada, a palavra aparecia certa.

 

 

Diogo Afonso

Posted by Sardões Aventureiros in 21:05:15 | Permalink | No Comments »

“SE EU FOSSE UM COMPUTADOR”

 

 

Se eu fosse um computador era moderno e preto. Tinha um monitor todo jeitoso, que dava gosto a todos olhar.

Passava o dia a escrever coisas muito importantes para os professores. Tinha de ter muita memória para conseguir guardar todos os trabalhos dos alunos: textos, apresentações, fotografias, documentos e outros ficheiros.

Queria ainda estar ligado à Internet, para mandar e receber emails, trocar informação e poder consultar sites relacionados com toda a matéria do interesse dos utilizadores.

Ao meu lado, gostava de ter umas colunas para ouvir som e música, bem como uma impressora para onde pudesse imprimir os trabalhos.

Se eu fosse computador iria fazer tudo o que me mandassem, com muita rapidez, pois assim ninguém se iria chatear comigo. Não queria ser daqueles computadores que estão sempre a dar erros e problemas.

Na minha memória não poderiam faltar jogos de vários tipos: acção, entretenimento, cultura, etc. E ainda filmes de animação, musicais, etc.

 

Catarina Silva

Posted by Sardões Aventureiros in 21:03:37 | Permalink | No Comments »